O meia Henrique, considerado o motor do time pelo técnico Ricardo Drubscky, tenta se firmar entre os titulares. Apesar dos 12 jogos com a camisa rubro-negra (com oito vitórias, dois empates e duas derrotas), ele não tem um lugar garantido na equipe. Se por um lado, tem a confiança do comandante, por outro, encara a concorrência. Entre os reservas, estão, por exemplo, Felipe, Paulo Baier e Martín Ligüera.
- Ninguém tem lugar garantido, e se eu for mal em dois ou três jogos, saio do time. Mas acredito que eu venho mostrando o meu melhor, o que posso fazer com e sem a bola. Posso ajudar o time em diversos lugares - comenta o armador em entrevista coletiva.
Meia Henrique deve disputar o 13° jogo pelo clube (Foto: Gustavo Oliveira/Site Oficial do Atlético-PR)
Henrique atua pelos dois lados do campo, perto dos atacantes, e também como lateral-direito. A flexibilidade é motivo de elogios do comandante, que fala da importância do jogador de 21 anos para o esquema tático rubro-negro:
Henrique é um jogador interessante, moderno, taticamente muito importante para qualquer equipe"
Drubscky
- O Henrique é um jogador interessante, moderno, taticamente muito importante para qualquer equipe. É um jogador que realmente ajuda qualquer esquema tático.
O próximo compromisso do Atlético-PR, provavelmente com Henrique entre os 11, é contra o América-MG, às 14h (horário de Brasília) de sábado, no Ecoestádio Janguito, pela Série B do Campeonato Brasileiro. O jogador promete um time ofensivo, mas pede calma:
- Só a vitória nos interessa, mas sabemos que não vai ser fácil. A gente sabe das nossas qualidades, e vamos entrar em campo como sempre entramos, com garra e dedicação. Vamos atrás da vitória, lógico, com calma e paciência. Não vai ser um jogo fácil, porque o time dos caras vem fechado. Temos que ter posse de bola, trabalhar e movimentar para conseguir passar pela zaga do América. O time está tranquilo e ligado. Vamos para cima do América para conseguir a vitória.