sexta-feira, 29 de junho de 2012

Jorginho mantém esquema anterior e cobra raça dos jogadores do Furacão

Jorginho se apresenta no Atlético-PR (Foto: Gabriel Hamilko / GloboEsporte.com)Jorginho cobra garra dos jogadores para partida de 
sábado (Foto: Gabriel Hamilko / GloboEsporte.com)

O Atlético-PR enfrenta o Bragantino no sábado, dois dias após a chegada do técnico Jorginho. Apesar do pouco tempo de casa, o comandante atleticano garante que estará na beira do gramado para orientar os onze jogadores em campo, em Paranaguá.

Como ainda está na fase da observação, Jorginho conta com o auxílio de Ricardo Drubscky e vai manter a escalação que o ex-técnico treinou durante a semana. Para o novo treinador, o que importa não são os escolhidos, mas a atitude dentro de campo.

- Você vai ver um time que normalmente vai ser colocado pelo Ricardo. Agora, o time tem que ser determinado, tem que lutar até o último minuto pela vitória. Não vai ser diferente. Não importa quem vai jogar, não importa a idade.

O time atleticano montado nos dois últimos treinos tem três atacantes, no esquema 4-3-3. A escalação que deverá ser mantida para o jogo contra o Bragantino, no sábado, conta com Weverton, Gabriel Marques, Manoel, Cleverson e Bruno Costa; Deivid, Alan Bahia e Paulo Baier; Ricardinho, Edigar Júnio e Bruno Mineiro.

A cara de uma equipe, quem faz são os atletas. Eles que me dispõem a cara ou a ambição de conquistar"

Jorginho

A referência é em relação a mistura entre experiência (com o meia Paulo Baier) e a juventude da maioria do time. Jorginho ressalta que a cara do time não é o técnico que monta, mas os próprios jogadores.

- Agora, a cara de uma equipe quem faz são os atletas. Eles que me dispõem a forma que podemos jogar ou fazer com que o Atlético-PR tenha uma cara ou uma ambição de conquistar.

No elenco, o único jogador que Jorginho já treinou foi o recém-contratado goleiro Weverton, que já trabalhou na Portuguesa, na última temporada. Quanto ao restante dos atletas, ele conta ter apenas um conhecimento superficial.

- Conhecer mesmo só o goleiro Weverton, que foi o único que trabalhei com ele. O restante só vi jogar. Ver de fora é uma coisa, mas estar mais perto, presente, conversando e treinando é completamente diferente. Geralmente, a pessoa pode te surpreender e ser melhor que esperava, ou pior. Espero que não demore não, pois não temos tempo. Estamos a 120 Km/h por hora - completa.