terça-feira, 31 de julho de 2012

Jorginho admite atuação fraca e se preocupa com imaturidade do time

O Atlético-PR venceu o Guaratinguetá por 1 a 0 na noite de terça-feira, no Estádio Dario Leite, mas não agradou ao técnico Jorginho (veja o gol no vídeo ao lado). Com o resultado, o Furacão se mantém na nona posição, chega aos 20 pontos e fica a seis do G-4, o grupo de acesso à elite.

O comandante rubro-negro admitou mais uma fraca atuação, citou apenas um bom jogo do Atlético-PR com ele no comando e falou sobre a dificuldade da Série B:

- Jogar futebol mesmo, em nenhuma (partida). Acho que (jogou) um pouco, mais ou menos, contra o Avaí, até porque o campo era bom, e o Avaí jogava e deixava a gente jogar. Até porque, na Série B, os caras não deixam jogar. É muito difícil. É time que chega, é pontapé o tempo todo, com muita força e pouca qualidade. A Série B é assim - afirma o treinador do Rubro-Negro paranaense.

Além das fracas atuações, a imaturidade do time atleticano também preocupa ao técnico. Jorginho cita o meia Felipe, estreante, e o trio de ataque, formado por Marcelo, Bruno Furlan e Tiago Adan - os quatro com menos de 22 anos - e o atacante Victor Andrade, que tem apenas 16 e já defende o time principal do Santos:

- É querer demais que ele (Felipe) resolva todos os nossos problemas, né? Assim como é querer demais que um ataque com Marcelo, Tiago e Furlan, de 20 anos, resolvam os problemas do Atlético. É preocupante. Não só com o Atlético, mas com o futebol brasileiro. Os caras estão colocando no Santos um piá de 16 anos (Victor Andrade) e querem que ele resolva os problemas do Santos. Isso é um absurdo. Nós temos que rever algumas coisas, porque não podemos ultrapassar as etapas. Todos eles têm lesão por causa disso - lamenta Jorginho.

Técnico Jorginho, do Atlético-PR, concede entrevista (Foto: Gustavo Oliveira/Site Oficial do Atlético-PR)Jorginho critica imaturidade do time atleticano (Foto: Gustavo Oliveira/Site Oficial do Atlético-PR)

O Furacão tenta se aproximar ainda mais do G-4 contra o São Caetano, em jogo marcado para 16h20m (horário de Brasília) de sábado, no Estádio Gigante do Itiberê, em Paranaguá.



Jogadores do Furacão citam Goiás e buscam série de vitórias para subir

O Goiás serve como exemplo para o Atlético-PR. O Esmeraldino, hoje na sexta posição, teve quatro vitórias seguidas na Série B do Campeonato Brasileiro e subiu do nono para o quinto lugar - agora, após 14 rodadas, ele é o sexto colocado com 26 pontos. O Furacão, que venceu o Guaratinguetá por 1 a 0 na noite de terça-feira, está na nona posição com 20 pontos, e quer uma sequência de vitórias como a do clube goiano para chegar ao grupo de acesso à elite nacional.

- Está na hora porque o campeonato está afunilando e vai ficando mais difícil. Então, a gente espera dar uma sequência boa e caminhar a passos largos rumo à Série A. A confiança vem com vitória. Vamos jogo a jogo. Tem que até esquecer um pouco a tabela. A gente tem um exemplo no campeonato que é o Goiás. Ele teve uma sequência boa, estava lá em baixo e conseguiu chegar (ao G-4). A gente tem que ir pelo mesmo caminho - afirmou o lateral-direito Maranhão na saída do campo, no Estádio Dario Leite.

O zagueiro Manoel e o atacante Taiberson também comemoram a vitória sobre o Guará e já focam no São Caetano, adversário de sábado, às 16h20m (horário de Brasília) de sábado, no Estádio Gigante do Itiberê, em Paranaguá.

O grupo está de parabéns pela humildade, pela marcação que teve hoje (terça-feira). Agora é descansar e pensar na equipe do São Caetano. O gramado estava irregular, mas o importante é que conseguimos o resultado. Agora, dentro de casa, temos obrigação de ganhar - afirmou Manoel.

- O importante era conseguir os três pontos, e conseguimos. A gente veio com o objetivo de conseguir os seis pontos (contra Guarani e Guaratinguetá), mas não conseguimos. Agora, vamos pensar nos próximos jogos e buscar novas vitórias - completou Taiberson.



Autor do gol, Bruno Furlan machuca o joelho, e Jorginho culpa o gramado

O atacante Bruno Furlan marcou, aos 36 minutos do primeiro tempo, o gol da vitória do Atlético-PR por 1 a 0 sobre o Guaratinguetá na noite de terça-feira, no Estádio Dario Leite, pela Série B do Campeonato Brasileiro. O jogador, porém, quatro minutos depois, disputou uma bola com o zagueiro Fábio Braz na lateral do campo e sofreu um entorse no joelho esquerdo. O técnico do Furacão, Jorginho, lamentou a lesão do atleta de 20 anos e criticou bastante as péssimas condições do gramado do Estádio Dario Leite:

- Quem é que vai pagar se houver uma lesão grave com o Furlan? O Atlético investe muito dinheiro para perder um atleta assim? O Atlético tem que tomar uma posição em relação a isso. Estávamos tentando recuperá-lo. Nem sei se futuramente, se for grave a lesão, ele vai poder voltar à mesma coisa - afirmou o técnico atleticano em entrevista coletiva.

Atlético-PR vence o Guaratinguetá (Foto: Gustavo Oliveira / Site Oficial )Bruno Furlan marca, mas machuca o joelho (Foto: Gustavo Oliveira/Site Oficial do Atlético-PR)

Com a lesão, o camisa 7 deve desfalcar o Rubro-Negro contra o São Caetano, no próximo sábado, às 16h20m (horário de Brasília), no Estádio Gigante do Itiberê, pela 15ª rodada da Série B. Se Jorginho repetir a formação 4-3-3, ele conta com sete opções para a vaga. Ele pode escalar Taiberson (substituto de Bruno Furlan durante o jogo contra o Guará), Edigar Junio, Fernandão, Pablo, Ricardinho ou os recém-contratados Jorge Santos e Marcão diante do Azulão. O último ainda aguarda regularização.



Veja os resultados desta terça da Sul-Americana, Série B e de estaduais

01/08/2012 00h09 - Atualizado em 01/08/2012 00h09

Por GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro

  • imprimir
  • entre em contato

Seu voto foi efetuado com sucesso

Seja o primeiro a comentar




Saulo leva frango, Atlético-PR vence o Guaratinguetá e se aproxima do G-4

Em um jogo equilibrado e aberto, com muitos lances de gol, o Atlético-PR contou com um frango do goleiro Saulo em chute do atacante Bruno Furlan e venceu o Guaratinguetá por 1 a 0, na noite desta terça-feira, no estádio Dario Leite, pela 14ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. O resultado da noite desta terça-feira deixa o Furacão mais perto do G-4, o grupo de acesso à elite nacional, e o time paulista mais distante da saída da zona de rebaixamento.

O Rubro-Negro - que vinha de duas derrotas seguidas - se mantém na nona posição, mas sobe para 20 pontos e fica a seis do América-MG, o quarto lugar. O próximo compromisso do Furacão, e a chance para ele se aproximar ainda mais dos primeiros colocados, é contra o São Caetano, no Estádio Gigante do Itiberê, em Paranaguá, às 16h20m (horário de Brasília) de sábado.

Já o Guaratinguetá - que chega ao quarto jogo sem vitória na Série B - continua com nove pontos e na 18ª posição, mas a três pontos do Bragantino, a primeira equipe logo acima do Z-4. Os paulistas tentam a reação no campeonato contra o Guarani, no Estádio Brinco de Ouro da Princesa, às 16h20m de sábado.

Frango do Saulo e vantagem atleticana

Os times entraram em campo com formações e estratégias distintas. O Guaratinguetá, no 3-5-2, apostou na velocidade pelos lados do campo, na criatividade do camisa 10 Lenílson e no poder de finalização do centroavante Alemão. O Atlético-PR, no 4-3-3, contou com a movimentação do trio de ataque, formado por Marcelo, Bruno Furlan e Tiago Adan.

Apesar do gramado ruim no Estádio Dario Leite e dos erros de passe, os times conseguiram criar, pelo menos, sete oportunidades claras de gol - quatro para o Furacão; três para o Guará.

Os paranaenses ameaçaram com Marcelo, que chutou cruzado e tirou tinta da trave de Saulo. Depois, Bruno Furlan bateu para o gol, mas o camisa 1 do time paulista defendeu. O Guará respondeu com o zagueiro Marquinhos, que girou na área e acertou a trave rubro-negra, e com Alemão, que finalizou de fora e parou nas mãos do goleiro do Atlético-PR.

Aos 22 minutos, antes da conclusão de Alemão, o lateral Maranhão tocou com a mão dentro da área - pênalti não marcado pelo árbitro Manoel Nunes Garrido (BA), para reclamação da torcida da casa e do técnico Pintado. Na sequência, Tiago Adan, cara-a-cara com o goleiro após lançamento longo, e Alemão, em chute cruzado, desperdiçaram mais duas chances claras.

Com o duelo equilibrado, só uma jogada individual - ou uma falha - para o gol sair. E foi em um frango de Saulo que o Atlético-PR abriu o placar. Aos 36, o atacante Bruno Furlan chutou forte, mas de muito longe, e o goleiro do Guará deixou a bola passar entre as pernas - Furacão 1 a 0. Depois do gol, o camisa 7 sofreu entorse no joelho esquerdo e foi substituído pelo atacante Taiberson.

Segundo tempo

O técnico Pintado promoveu uma alteração no intervalo. Ele sacou o zagueiro Igor (ex-Furacão, campeão brasileiro em 2001), colocou o meia Ruan e o time passou do 3-5-2 para o 4-4-2. E o segundo tempo começou - assim como a etapa inicial - bastante equilibrado e aberto, com trabalho para os goleiros Saulo e Weverton. O volante João Paulo cruzou, e a bola desviou no zagueiro Fábio Braz, mas o camisa 1 do Guará salvou. Depois, o zagueiro Marquinhos cabeceou, e o arqueiro atleticano segurou.

Em busca do gol do empate, o treinador do time paulista trocou, aos 16 minutos, o volante Jairo pelo atacante Erivelton, e o time foi do 4-4-2 para o 4-3-3. Apesar de mais ofensivo, o Guaratinguetá abusava das jogadas pelo congestionado meio da área, errava muitos passes e sofria para chegar ao gol rubro-negro. Tanto que a melhor oportunidade até os 25 minutos foi do Atlético-PR em um contra-ataque. O lateral-esquerdo Heracles bateu cruzado, de bico, e quase ampliou.

Depois dos 25, a partida ficou mais brigada do que jogada. O Guará - com Jonatan no lugar de Marcinho - arriscou com Erivelton, que parou no goleiro atleticano. O Furacão - com o zagueiro Luiz Alberto e o volante Renato nas vagas de Tiago Adan e Maranhão - conseguiu segurar a pressão dos mandantes nos últimos minutos. Vitória suada, mas que deixa o Furacão mais perto do G-4. Já o Guaratinguetá continua entre os últimos e ainda tenta reencontrar o caminho das vitórias na Série B.



Volante Renato foca no título, mas aposta em evolução 'passo a passo'

O Atlético-PR ocupa apenas o nono lugar na Série B do Campeonato Brasileiro, mas o foco - segundo o volante Renato - ainda é o título e, consequentemente, o acesso à elite nacional. O jogador de 20 anos, revelado pelo clube, deixa a derrota por 2 a 1 para o Guarani, no último fim de semana, no passado e aposta em evolução gradual do time:

- Estamos preparados e concentrados para o jogo. Precisamos da vitória, independente de qualquer coisa, porque o resultado passado não foi bom. A gente poderia ter saído vitorioso, mas passou. Pensamos em título, com certeza, mas é um passo de cada vez. Temos que chegar ao G-4 primeiro. Temos que vencer as partidas e, consequentemente, vamos melhorar na classificação - comenta Renato pelo site oficial do Atlético-PR.

Renato, volante do Atlético-PR, contra o Ipatinga (Foto: Divulgação/Site oficial do Atlético-PR)Volante Renato aposta em evolução gradual do Atlético-PR (Foto: Divulgação/Site oficial do Atlético-PR)

Para encarar o Guará, Renato disputa posição com os atacantes Bruno Furlan, Fernandão e Taiberson. Se o técnico Jorginho optar por uma formação mais cautelosa, o jovem permanece entre os 11. O provável Furacão para terça-feira tem Weverton; Maranhão, Manoel, Cleberson e Heracles; Derley, João Paulo, Renato (Bruno Furlan, Fernandão ou Taiberson) e Martín Ligüera; Marcelo e Tiago Adan.

O jogo contra o Guará, pela 14ª rodada da Série B, está marcado para 21h50m de terça-feira, no Estádio Dario Leite. O GLOBOESPORTE.COM acompanha em Tempo Real, com vídeos, a partir de 21h20m.



Guaratinguetá e Furacão jogam para reencontrar vitórias e reagir na Série B

O cenário preocupa. O Guaratinguetá tem apenas nove pontos, com duas vitórias e três empates em 13 jogos, e ocupa a 18ª posição, na zona de rebaixamento. O Atlético-PR, favorito ao acesso antes da competição, ainda busca a regularidade - ele está na nona posição, com 17 pontos. Para tentar reencontrar o caminho das vitórias e reagir na Série B do Campeonato Brasileiro, Guará e Furacão se enfrentam às 21h50m (horário de Brasília) desta terça-feira, no Estádio Dario Leite, pela 14ª rodada.

Pintado e Jorginho, Guaratinguetá x Atlético-PR (Foto: Editoria de Arte / Globoesporte.com)Guará e Pintado e Furacão de Jorginho tentam reação na Série B (Foto: Editoria de Arte/Globoesporte.com)

O time paulista - há três jogos sem vencer - aposta no mistério para surpreender. O técnico Pintado promove alterações, mas não revela quais. Ele usa a conversa para tentar corrigir os erros do Guará, que deve entrar em campo com Saulo; Marlon, Marquinhos, Igor e Renato Peixe; Fran, Julio Cesar, Carlos Magno e Lenílson; Leandrinho e João Paulo.

- É hora de se dedicar mais. Dividir com força, cair sentado brigando pela bola. A situação está difícil e eu quero reverter isso. Nós temos capacidade de sair da zona do rebaixamento. O Atlético é uma equipe forte, e o fator surpresa é importante. Precisamos mudar nosso estilo de jogo e, inclusive, alguns jogadores que não estão correspondendo - afirma Pintado.

Já o Atlético-PR - que vem de duas derrotas na Série B - não conta com o zagueiro Bruno Costa e o meia Harrison. O técnico Jorginho deve escalar o lateral-esquerdo Heracles na esquerda. O recém-contratado Felipe e o uruguaio Martín Ligüera disputam a camisa 10. O treinador pode trocar também a formação e tirar um volante para colocar um atacante (Bruno Furlan, Fernandão ou Taiberson). A definição ocorre apenas minutos antes da partida, mas o provável Furacão tem Weverton; Maranhão, Manoel, Cleberson e Heracles; Derley, João Paulo, Renato (Bruno Furlan) e Felipe (Martín Ligüera); Marcelo e Tiago Adan.

O comandante rubro-negro fala, em entrevista coletiva, sobre a campanha do time no Campeonato Brasileiro e das alterações em busca do 11 ideal:

- Nós vamos tentar, aos poucos, mudar, até conseguir encontrar (o time ideal). Só que a gente está fazendo isso durante uma competição em que precisa ganhar. Às vezes, o resultado não vem, e isso se torna muito mais difícil. O atleta começa, ele mesmo, a desconfiar dele. O que era bom fica mais ou menos. O que era mais ou menos fica ruim. O que era ruim, então, nem se fala - comenta Jorginho.

O jogo entre Guaratinguetá e Atlético-PR, pela 14ª rodada da Série B começa às 21h50m, e tem transmissão, em Tempo Real, do GLOBOESPORTE.COM a partir de 21h20m. O duelo tem arbitragem de Manoel Nunes Lopo Garrido, auxiliado por Marcos Rocha de Amorim e José Dias da Hora - trio da Bahia.



segunda-feira, 30 de julho de 2012

Vitória e São Caetano duelam dentro do G4

LANCEPRESS!
Publicada em 30/07/2012 às 17:31
Rio de Janeiro (RJ)

A décima quarta rodada da Série B do Brasileirão acontece neste meio de semana, com todos os jogos nesta terça-feira. Cinco deles serão disputados às 19h30, enquanto os outros cinco serão disputados às 21h50.

No Anacleto Campanella, o São Caetano, quarto colocado com 25 pontos, enfrenta o Vitória, segundo com 31 pontos. Uma vitória pode ser a liderança ao time baiano, desde que o líder Criciúma tropece diante do Guarani. Para o São Caetano, os três pontos significam principalmente a manutenção de sua vaga no G4, além de uma possível conquista de terceiro lugar, caso o América-MG não vença o Joinville.

No outro extremo da tabela, o ASA, 17º com dez pontos, tem uma partida importantíssima contra o Bragantino, 16º com 11 pontos. Uma vitória do ASA tira o time da zona de rebaixamento e coloca o adversário, enquanto o Bragantino precisa vencer para se manter fora do Z4.

Confira os jogos da 14ª rodada da Série B do Brasileirão:

Terça-feira - 19h30

Goiás x ABC - Serra Dourada

Criciúma  x Guarani - Heriberto Hülse

América-MG x Joinville - Independência

Ceará x Boa - Presidente Vargas

Paraná x Avaí - Durival de Britto

Terça-feira - 21h50

América-RN x Grêmio Barueri - Nazarenão

Bragantino x ASA - Nabi Abi Chedid

CRB x Ipatinga - Rei Pelé

São Caetano x Vitória - Anacleto Campanella

Guaratinguetá x Atlético-PR - Dario Leite



Meia Felipe é registrado e disputa com Ligüera a camisa 10 atleticana

O meia Felipe apareceu no BID (Boletim Informativo Diário) na noite desta segunda-feira e já está com o grupo do Atlético-PR, que enfrenta o Guaratinguetá às 21h50m (horário de Brasília) de terça-feira, no Estádio Dario Leite, pela Série B do Campeonato Brasileiro. O recém-contratado disputa posição com o uruguaio Martín Ligüera.

Com duas dúvidas, o provável Furacão para terça-feira tem Weverton; Maranhão, Manoel, Cleberson e Heracles; Derley, João Paulo, Renato (Bruno Furlan, Fernandão ou Taiberson) e Martín Ligüera (Felipe); Marcelo e Tiago Adan. A vantagem do recém-contratado é a condição física do concorrente:

- O Ligüera, no campeonato que ele disputava (o Uruguaio), infelizmente, ele já disputou todos os jogos este ano. Então, para ele, é muito pesado. Por isso, estamos colocando ele aos poucos, para ver se podemos ter ele inteiro - explica Jorginho.

Técnico Jorginho conversa com meia Martín Ligüera, do Atlético-PR (Foto: Gustavo Oliveira/Site oficial do Atlético-PR)Ligüera deve ser o camisa 10 contra o Guaratinguetá (Foto: Gustavo Oliveira/Site oficial do Atlético-PR)

O jogo contra o Guará, pela 14ª rodada da Série B, está marcado para 21h50m de terça-feira, no Estádio Dario Leite. O GLOBOESPORTE.COM acompanha em Tempo Real, com vídeos, a partir de 21h20m.



Elias é regularizado e pode estrear contra o São Caetano, no sábado

Elias, meia do Atlético-PR (Foto: Divulgação/Site oficial do Atlético-PR)Elias aparece no BID e deve estrear no sábado
(Foto: Divulgação/Site oficial do Atlético-PR)

O meia Elias teve o nome publicado no BID (Boletim Informativo Diário) na tarde desta segunda-feira e está liberado para defender o Atlético-PR. O jogador de 27 anos, porém, não estreia na partida contra o Guaratinguetá, às 21h50m (de Brasília) de terça-feira, no Estádio Dario Leite. Ele está em Curitiba, fora da lista de relacionados.

Com contrato até 31 de dezembro de 2014, Elias Ribeiro de Oliveira pode jogar contra o São Caetano, às 16h20m de sábado, no Estádio Gigante do Itiberê. Para o fim de semana, ele disputa posição com Paulo Baier (que se recupera de dores no púbsi), Harrison (dúvida para encarar o Azulão), Martín Ligüera e Lucas Sotero.



Atlético-PR e Portuguesa acertam troca de Bruno Mineiro por Henrique

Atlético-PR e Portuguesa acertaram uma troca de jogadores. O atacante Bruno Mineiro, do Furacão, vai para a Lusa por empréstimo até o fim do ano. E o meia Henrique, do clube paulista, vai para o Rubro-Negro, também por empréstimo, até dezembro. A informação foi confirmada pelo diretor de futebol da Portuguesa, Candinho.

Os dois jogadores eram reservas. Bruno Mineiro, artilheiro do Atlético-PR na temporada com 15 gols, não joga desde o fim do mês passado. Mesmo recuperado de lesão, ele seguiu sem ser relacionado pelo técnico Jorginho. Além do Furacão, ele já defendeu América-MG, Londrina, Noroeste, Guaratinguetá, Enköpings SK-SUE, Náutico e Sport. Já o meia Henrique atuou em sete jogos da Portuguesa na Série A, a maioria como reserva. O jogador de 21 anos é prata-da-casa da Lusa e estava com o grupo principal desde 2009.

Bruno Mineiro do Atlético-PR e Henrique da Portuguesa (Foto: Editoria de Arte / Globoesporte.com)Bruno Mineiro vai para a Portuguesa. Henrique, para o Furacão (Foto: Editoria de Arte/Globoesporte.com)

Interesse em Paulo Baier

A prioridade da Portugesa era o meia Paulo Baier. O camisa 10, porém, afirmou que vai cumprir o contrato com o Atlético-PR - que vence no fim do ano - para cumprir uma promessa. Logo após o rebaixamento do clube para a Série B, em dezembro de 2011, ele falou que seria o primeiro a permanecer para levar o Furacão de volta à elite.



Teve isso! Clube sem torcida, árbitro zagueirão e time com 12 em campo

Além de gols, dribles e jogadas bem tramadas, a rodada do fim de semana no futebol brasileiro apresentou alguns fatos curiosos e até mesmo inusitados de Norte a Sul do país que chamaram a atenção.

Jogo prossegue após o fim

No jogo Coritiba x Palmeiras, o atacante Roberto recebeu passe de Leonardo aos 44 minutos do segundo tempo. Livre de marcação e em posição legal de acordo com o assistente, ele avançou em direção ao gol, driblou o goleiro Marcelo Grohe e chutou para fora. No entanto, mesmo que a bola tivesse entrado, o gol não ia valer, pois o árbitro André Luis de Freitas já tinha apitado o fim do jogo, para indignação dos jogadores do Coritiba. Menos mal que o Coxa venceu a partida por 2 a 1. (clique aqui para saber mais)

Sem torcida

Na partida ABC x Guaratinguetá, o que chamou a atenção não foi a vitória de 3 a 0 do time potiguar, mas sim a presença da torcida do Guaratinguetá, ou melhor, a ausência dela. No espaço destinado para os fãs da equipe paulista só eram vistos policiais, que, pelo jeito, não tiveram trabalho algum. Na décima oitava colocação, com apenas nove pontos, nem a torcida do Guaratinguetá parece acreditar numa reação do clube na competição. (clique aqui para saber mais)

Frame, Torcida Guaratingueta (Foto: Reprodução)Espaço destinado à torcida do Guaratingueta sem nenhum torcedor no jogo contra o ABC (Foto: Reprodução)

Juiz zagueirão

No primeiro tempo da partida entre Vasco e Inter, no Beira-Rio, o atacante Marcos Aurélio tentava levar o Colorado ao ataque. Sua intenção era dar um passe para Guiñazu. Ele só não esperava que o próprio árbitro Wilson Luis Seneme fosse dar uma de zagueiro. Quem agradeceu foi o Vasco, que ficou com a posse de bola. Sem ter o que fazer, o juiz foi obrigado a ouvir aquela sonora vaia da torcida do Inter. A sorte dele é que a jogada do time carioca acabou não resultando em gol. (clique aqui para saber mais)

Classificação inédita

Na Segunda Divisão do Estadual do Rio, Quissamã e Audax terminaram a competição em primeiro e segundo lugares, respectivamente, e vão participar pela primeira vez da elite do futebol carioca em 2013. Na última rodada, o Quissamã venceu o Barra Mansa por 2 a 0 e se sagrou campeão somando 46 pontos, enquanto o Audax goleou fora de casa o São João da Barra por 4 a 1 e chegou aos 44 pontos. (clique aqui para saber mais)

Bruno Reis, Quissama (Foto: Divulgação)Bruno Reis comemora o seu gol na vitória do Quissamã sobre o Barra Mansa por 2 a 0 (Foto: Divulgação)

Festa sem vitória

A diretoria do Vila Nova-GO fez a sua parte e diminuiu o preço do ingresso. O resultado é que mais de 11 mil torcedores compareceram sábado ao Estádio Serra Dourada para incentivar o time na partida contra o Tupi-MG pela Série C do Brasileiro. O jogo também marcava as comemorações pelos 69 anos do clube goiano. O empate por 0 a 0 pode não ter sido um presente de grego, mas deixou um agosto amargo entre os torcedores, ainda mais se levarmos em conta que Pedro Júnior desperdiçou um pênalti na segunda etapa. (clique aqui para saber mais)

Camisa de presente

A missão era difícil, mas o lateral Auremir, do Vasco, conseguiu neutralizar o atacante Forlán, que fazia a sua estreia no Inter, anulando as suas principais jogadas. Ao fim do primeiro tempo, ele pediu a camisa do jogador uruguaio e foi prontamente atendido. Iniciante na carreira, o jovem afirma que receber uma camisa do melhor jogador da Copa do Mundo de 2010 é um troféu. Agora, a intenção de Auremir é conseguir uma camisa de seu companheiro de time, Juninho Pernambucano. Tarefa esta que não deverá ser tão complicada. (clique aqui para saber mais)

Auremir Vasdco camisa Forlán (Foto: Vicente Seda / Globoesporte.com)Auremir com a camisa que recebeu de Forlán no jogo contra o Inter (Foto: Vicente Seda / Globoesporte.com)

Vitória, emoção e lágrimas

Na partida contra o CRB, no Barradão, que pode ter marcado a sua despedida do Vitória-BA, o atacante Neto Baiano fez o gol que garantiu mais três pontos para a equipe baiana. Bastante emocionado e com lágrimas nos olhos, o jogador agradeceu após o jogo e enalteceu o que viveu na Toca do Leão. O destino do atacante deverá ser o Kashiwa Reysol, do Japão. Totalmente identificado com o clube e seus torcedores, ele manifestou a vontade de voltar a defender o Vitória no futuro. (clique aqui para saber mais)

Chega pra lá

Após o zagueiro Dedé, do Vasco, ter recebido cartão amarelo na partida contra o Inter, o meia Felipe se aproximou do árbitro Wilson Luis Seneme para argumentar em defesa do seu companheiro de time. Para sua surpresa, o juiz colocou a mão no seu peito e deu um autêntico chega pra lá. Felipe, então, tirou a mão do árbitro, e o jogo seguiu normalmente. Definitivamente, Seneme não estava para muito papo nesta partida. Podemos dizer que Felipe ainda saiu no lucro, pois não foi advertido com cartão. (clique aqui para saber mais)

Dividida dolorosa

Na partida entre Sport e Atlético-GO, realizada na Ilha do Retiro, uma dividida dolorosa chamou a atenção de quem acompanhava a partida. O zagueiro Bruno Aguiar, do Sport, caiu no gramado com o nariz sangrando após cabecear a nuca do jogador Patric, da equipe goiana, numa disputa de bola pelo alto. Felizmente, nada de mais grave aconteceu, mas o atleta acabou sendo substituído por Diego Ivo ainda no primeiro tempo. O jogo terminou empatado, resultado que não foi bom para nenhuma das duas equipes. (clique aqui para saber mais)

Trombando com o próprio companheiro

No duelo entre Bahia e Corinthians, ocorreu uma dividida no mínimo inusitada. Aos 18 minutos do primeiro tempo, o time baiano partia para o ataque quando Hélder e Ávine, ambos do Bahia, se chocaramm e ficaram caídos no gramado do Estádio Pituaçu pedindo atendimento médico. O árbitro Pablo dos Santos Alves interrompeu o jogo para que os jogadores fossem atendidos. Após alguns minutos de paralisação, os dois jogadores voltaram normalmente para a partida, que terminou empatada por 0 a 0. (clique aqui para saber mais)

Volta do ídolo

Além da vitória sobre o Flamengo por 4 a 1, no Morumbi, a torcida do São Paulo pôde comemorar também o retorno do seu goleiro titular e ídolo Rogério Ceni. Antes da partida começar, ele foi ovacionado pelos torcedores que estavam no Estádio do Morumbi e pediu aplausos para o goleiro Denis, que o substituiu durante os sete meses em que ficou afastado por causa de uma lesão no ombro direito. Este foi o período mais longo que Rogério ficou longe dos gramados na sua carreira. (clique aqui para saber mais)

Hino para, mas torcida continua cantando

Na partida entre Bahia e Corinthians, os torcedores que estavam no Estádio de Pituaçu deram mais uma verdadeira demonstração de respeito e amor à pátria. Assim como já aconteceu em outros jogos, num certo momento da execução do Hino Nacional Brasileiro, antes do início da partida, a música parou de tocar, mas os torcedores continuaram cantando normalmente até o fim. Uma cena realmente de arrepiar. O que não é nenhuma surpresa para um povo tão fanático por futebol e apaixonado por sua terra como o baiano. (clique aqui para saber mais)

Jogador é punido após ser substituído e voltar a campo

Uma situação atípica ocorreu no Morumbi. Você já imaginou um jogador ser substituído, voltar a campo e ser punido pelo juiz? Pois foi isso mesmo que aconteceu este fim de semana. Na partida contra o Flamengo, o São Paulo ficou com 12 jogadores em campo por alguns instantes. Rodrigo Caio voltou depois de receber atendimento médico, mas não sabia que havia sido substituído por João Schmidt. Ele foi punido com cartão amarelo pelo árbitro Jailson Macedo Freitas e deixou o gramado sem entender muito o que tinha acontecido. (clique aqui para saber mais)

Presidente coloca a mão na massa

Horas antes do início da partida entre Penarol-AM e Náutico-RR, pela sexta rodada da Série D do Campeonato Brasileiro, o presidente do clube amazonense, Daniel Macedo, pegou martelo, andaimes, tábuas, pregos e madeiras das obras do estádio Floro Mendonça, em Itacoatiara, e mesmo debaixo de um sol de mais de 30 graus construiu uma plataforma de madeira para a equipe de reportagem da TV Amazonas (afiliada da Rede Globo) realizar a gravação do jogo. (clique aqui para saber mais)

Penarol, Amazonas (Foto: Anderson Silva/GLOBOESPORTE.COM)Presidente do Penarol, Daniel Macedo, ajuda na construção de uma plataforma de madeira
(Foto: Anderson Silva/GLOBOESPORTE.COM)



Furacão renova com dois destaques das categorias de base até 2017

De olho no futuro, o Atlético-PR renova com duas promessas, destaques das categorias de base do clube. Os meias Bruno Mota e Hernani, agora, têm vínculo com o Rubro-Negro até 30 de junho de 2017.

Bruno da Mota Miranda, de 17 anos, é - ao lado do meia Marcos Guilherme - responsável pela criação do time Sub-17, campeão da Copa do Brasil da categoria. O camisa 8 chama atenção pela visão de jogo e finalização. Hernani Azevedo Junior, 18 anos e no Atlético-PR desde 2009, tem convocações para Seleções da base no currículo. Campeão em torneios pela Europa com o Rubro-Negro no mês passado, ele se destaca pela velocidade, drible e chute a gol.

Hernani, meia do Atlético-PR (Foto: Gustavo Oliveira/Site Oficial do Atlético-PR)Hernani, do Atlético-PR, renova até junho de 2017 (Foto: Gustavo Oliveira/Site Oficial do Atlético-PR)



Jorginho fala que Furlan está acima do peso e critica 'seis meses lá atrás'

Bruno Furlan, atacante do Atlético-PR, contra o Guarani (Foto: Gustavo Oliveira/Site oficial do Atlético-PR)Atacante Bruno Furlan: três quilos acima do ideal
(Foto: Gustavo Oliveira/Site oficial do Atlético-PR)

O atacante Bruno Furlan, do Atlético-PR, está três quilôgramas acima do peso ideal, segundo o técnico Jorginho. O comandante rubro-negro fala sobre a condição do atleta para dar uma "explicação ao torcedor" e critica o trabalho realizado no primeiro semestre do ano.

Furlan entrou no intervalo da derrota do Furacão por 2 a 1 para o Guarani, no sábado, e briga por uma vaga entre os 11 para o jogo contra o Guaratinguetá, às 21h50m (horário de Brasília) de terça-feira, no Estádio Dario Leite, pela 14ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro:

- O Furlan é um menino que tem uma boa condição, uma boa qualidade. Mas ele está três quilos acima (do ideal). Imagine ele carregando três quilos... Então, estamos tentando tirar, e ele pode ficar debilitado. Por quê? Porque está pagando pelos seis meses lá atrás. São coisas que não poderiam acontecer, mas a gente precisa explicar para o torcedor, porque senão ele cobra do menino uma coisa que ele não pode fazer - revelou o técnico atleticano em entrevista no Estádio Brinco de Ouro da Princesa.

O jogador de 20 anos, presente em 26 dos 45 jogos do Atlético-PR na temporada, marcou seis gols no ano - todos no Campeonato Paranaense. Para a partida contra o Guará, Furlan disputa duas vagas com os atacantes Marcelo, Tiago Adan, Fernandão e Taiberson. O duelo, pela 14ª rodada da Série B, está marcado para 21h50m de terça-feira. O GLOBOESPORTE.COM acompanha em Tempo Real, com vídeos, a partir de 21h20m.



Jorginho aguarda regularização do meia Felipe para terça-feira

Meia Felipe, do Atlético-PR (Foto: Site Oficial do Atlético-PR)Felipe pode estrear pelo Furacão na terça-feira
(Foto: Site Oficial do Atlético-PR)

O técnico Jorginho aguarda a regularização do meia Felipe, recém-contratado, para a partida do Atlético-PR contra o Guaratinguetá, às 21h50m (horário de Brasília) de terça-feira, no Estádio Dario Leite, pela 14ª rodada da Série B.

O jogador de 22 anos - que tem passagem por Rio Branco-SP, Bahia, Olaria, Guarani, Mogi Mirim e Palmeiras - precisa aparecer no BID (Boletim Informativo Diário) até 19h desta terça-feira para ficar à disposição do comandante rubro-negro.

Se regularizado, Felipe pode herdar a camisa 10 do jovem Harrison, substituído durante a derrota para o Guarani e vetado pelo departamento médico para a partida contra o Guará. O recém-contratado disputa posição com o uruguaio Martín Ligüera. Caso o treinador opte por uma formação mais ofensiva, ele pode entrar na vaga de um volante (Renato, Derley ou João Paulo).

- Pode ser que saia com ele (Ligüera) e Felipe ou dois homens mais rápidos - revela Jorginho.

Além do meia Harrison, o zagueiro Bruno Costa também desfalca o Furacão na terça-feira. O lateral-esquerdo Heracles - assim como no jogo diante do Bugre - é o substituto. A definição do time titular deve ocorrer no treinamento da tarde desta segunda-feira, em Atibaia O jogo contra o Guará, pela 14ª rodada da Série B, está marcado para 21h50m de terça-feira, no Estádio Dario Leite. O GLOBOESPORTE.COM acompanha em Tempo Real, com vídeos, a partir de 21h20m.



Bruno Costa e Harrison são vetados e não enfrentam o Guaratinguetá

O zagueiro Bruno Costa e o meia Harrison desfalcam o Atlético-PR na partida contra o Guaratinguetá, às 21h50m (de Brasília) de terça-feira, no Estádio Dario Leite, pela 14ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Ambos estão vetados pelo departamento médico rubro-negro:

- Os dois atletas tiveram lesões distintas, porém de moderada gravidade, o que os impede de atuar contra o Guaratinguetá. Iniciamos imediatamente o tratamento de ambos. Agora, vamos aguardar o decorrer da semana para avaliar a evolução dos dois casos - explica afirma Christiano Uliana, médico do clube, através do site oficial.

Meia Harrison, do Atlético-PR (Foto: Divulgação/Site oficial do Atlético-PR)Meia Harrison desfalca o Furacão na terça-feira (Foto: Divulgação/Site oficial do Atlético-PR)

A definição do time titular deve ocorrer no treinamento da tarde de segunda-feira, em Atibaia. Na esquerda, o lateral Heracles deve ganhar a vaga. No meio-campo, o uruguaio Martín Ligüera e o recém-contratado Felipe (ainda não regularizado) são opções. O jogo contra o Guará, pela 14ª rodada da Série B, está marcado para 21h50m de terça-feira, no Estádio Dario Leite. O GLOBOESPORTE.COM acompanha em Tempo Real, com vídeos, a partir de 21h20m.



domingo, 29 de julho de 2012

Técnico Jorginho perde Bruno Costa e escala Heracles contra o Guará

Não é desta vez que o técnico Jorginho vai poder repetir o time do Atlético-PR de um jogo para o outro... Em relação à derrota por 2 a 1 para o Guarani, no sábado, o comandante rubro-negro já tem uma baixa para o duelo com o Guaratinguetá, na terça-feira, pela Série B do Campeonato Brasileiro. O zagueiro Bruno Costa, machucado, não encara a equipe paulista. O substituto, assim como no duelo com o Bugre, é o lateral-esquerdo Heracles.

O jogador de 19 anos, presente em 32 dos 44 jogos do Furacão na temporada, volta ao time titular após mais de um mês. A última partida dele como titular foi na derrota por 1 a 0 para o Ceará, pela sétima rodada. Ele desfalcou o Rubro-Negro nos cinco jogos seguintes por uma lesão na coxa.

Heracles no jogo do Atlético-PR contra o Ceará (Foto: Divulgação/Site oficial do Atlético-PR)Heracles volta ao time titular após mais de um mês (Foto: Divulgação/Site oficial do Atlético-PR)

Jorginho - que, em sete jogos, não conseguiu repetir a escalação - deve definir o time titular em treinamento na segunda-feira, em Atibaia. O jogo contra o Guará, pela 14ª rodada da Série B, está marcado para 21h50m (horário de Brasília) de terça-feira, no Estádio Dario Leite. O GLOBOESPORTE.COM acompanha em Tempo Real, com vídeos, a partir de 21h20m.



Adilson Batista investe nas relações humanas para dar a volta por cima

Dizer que Adilson Batista está desempregado é verdade. Dizer que Adilson Batista não está trabalhando é mentira. Há dois anos, ele aspirava a um lugar no rol dos técnicos “top” do Brasil, com o respaldo de um trabalho de dois anos e meio no Cruzeiro, um vice-campeonato da Libertadores e títulos estaduais. Mas, desde então, não consegue parar num clube. Passou por Corinthians, Santos, Atlético-PR, São Paulo e Atlético-GO e, somados, disputou só 74 jogos. Bem menos do que os 170 no Cruzeiro. Por que a carreira tão promissora de Adilson virou de ponta-cabeça?

Essa foi a reflexão proposta pelo GLOBOESPORTE.COM ao próprio técnico, que recebeu a reportagem em sua casa, em Curitiba. Em seu escritório, repleto de camisas, troféus, medalhas, ingressos, livros e DVDs, Adilson revelou como está tentando virar o jogo: através da mente.

Depois de seguidos fracassos, ele resolveu investir no relacionamento humano para voltar ao caminho certo. Inscreveu-se num curso de “Coaching”, processo que garante elevar a capacidade profissional e a satisfação com a vida pessoal, e tem estudado a PNL (Programação Neurolinguística). Segundo a Sociedade Brasileira de PNL, ela ajuda a entender melhor como o ser humano pensa, age e se comunica. Adilson Batista devora livros e apostilas para tentar apaziguar o “problema” de ser muito verdadeiro.

- Sou puro, tenho coração aberto, e preciso ter alguns cuidados. Às vezes falo algumas coisas que não deveria, vou ter que melhorar nisso.

entrevista Adilson (Foto: Alexandre Lozetti / Globoesporte.com)Escritório na casa de Adilson tem troféus, medalhas e camisas (Foto: Alexandre Lozetti / Globoesporte.com)

O técnico, que tem se consultado com o psicólogo Gilberto Gaertner, garante que deixou boa impressão nos clubes, mas identifica problemas na relação, dos dois lados. De sua parte, admite que, por vezes, focou tanto o trabalho em campo, que se esqueceu do lado humano dos jogadores, e acabou falando mais do que deveria com as pessoas erradas. Por outro lado, lamenta a falta de paciência dos dirigentes, rótulos que, segundo ele, machucam, além de uma incômoda falta de sorte.

Não é só a mente que Adilson trabalha durante suas férias forçadas. Além de ver futebol sempre que possível pela televisão e em DVDs que encomenda (atualmente estudar o técnico Marcelo Bielsa tem sido um passatempo), ele viajou para o Paraguai e a Argentina. O objetivo? Ver jogos e descobrir jogadores. O técnico insiste que o mercado sul-americano tem de ser mais explorado pelos clubes brasileiros.

Tudo para, quando pintar uma boa oportunidade, poder agarrar e dar a volta por cima. Adilson, em nenhum momento, pensou em desistir. Muito pelo contrário. Quer ser treinador por mais 16 anos e já sabe até o que deseja fazer depois da aposentadoria.

- Gosto tanto de trabalhar que o homem lá de cima está me desafiando a continuar na luta.

Adilson, você era considerado um dos melhores técnicos dessa geração e, de repente, acumulou trabalhos sem sucesso. Agora não está trabalhando. Consegue detectar o que aconteceu?
Sou coração aberto, puro, verdadeiro, e a gente tem que ter alguns cuidados. Fazendo uma revisão da carreira, vejo que há clubes que não era para ter ido. Tinha de agradecer (o convite) e não aceitar, há momentos em que não é para pegar.

Momentos seus ou dos clubes?
Meus também. Um dia liguei pro (Eduardo) Maluf (atual diretor de futebol do Atlético-MG, que trabalhou com Adilson no Cruzeiro) e perguntei por que ele havia demitido certo técnico. Ele respondeu que perceberam alguns sintomas e tomaram essa decisão. E eu disse: “Então me ajuda, que sintomas são esses?”. É bom sabermos o que os dirigentes sentem. Há alguns clubes em que você já chega de ré.

Aonde você chegou de ré?
Por exemplo, cheguei ao São Paulo com tudo contra. Havia rejeição da torcida e não entendi o porquê. Sempre respeitei o São Paulo, tinha sonho e objetivo de trabalhar lá. Há clubes em que você erra, em outros sofre com lesões, jogadores importantes suspensos... Hoje, estou tendo aulas de coaching, vendo PNL, lendo psicologia esportiva.

Sou muito verdadeiro, tenho que ter cuidado para não magoar algumas pessoas. Se há jogadores que não têm condições de jogarem em time grande, eu falo para o diretor. Mas tenho que conviver"

Adilson Batista

Mas seu relacionamento era ruim?
Não é isso. Nunca tive brigas. Veja, o Andrés (Sanches, ex-presidente do Corinthians) fala bem de mim, o seu Mário (Gobbi, atual presidente do Timão) também. Se conversar com os jogadores, vão elogiar o trabalho. Até o seu Juvenal (Juvêncio, presidente do São Paulo) disse que o problema não era treinador. Mudou e não conseguiram a classificação para a Libertadores. São três anos fora. Isso é perfil de grupo. Eu queria ter cinco Rogério Ceni no time, com brilho nos olhos, comprometimento, vergonha, vontade de ganhar, profissional, dedicado. Encontrei isso no grupo do Cruzeiro, foi uma pena não termos vencido uma Libertadores ou um Brasileiro.

Se o relacionamento era bom, por que investir em PNL e coaching?
A gente tem de crescer e ver em que precisamos melhorar. Fiz um “media training” (treinamento de mídia), mas sou muito puro e verdadeiro. Não consigo fazer algumas coisas. Aí faço sessões de coaching, leio, vou à PNL, sento com o Gilberto Gaetner para melhorar. Vamos questionar: onde eu montei time? Nenhum! Onde eu tive possibilidade de iniciar trabalho? Só no Santos, mas não terminei. No próprio Cruzeiro eu trabalhei com 92 jogadores. Preciso encontrar cara comprometido, de caráter, que tenha ambição. O São Paulo tem ótimos profissionais de psicologia, mas alguns clubes não têm e estão cobrando da gente.

Então, pelo que entendi, esses cursos são para você aprender a lidar melhor com as pessoas.
É o que eu sempre quis, contribuir para a vida das pessoas. São vários métodos de aplicação importantes, interessantes para nós, que lidamos com 30 jogadores, mais comissão técnica, diretoria, conselho, jornalistas, sem falar na torcida. Isso vai ajudar no meu dia a dia. Quero ajudar o atleta a crescer profissionalmente, valorizar o lugar em que está, sua ambição, sua vida no futebol.

É difícil lidar com o mundo do futebol?
Temos de ter alguns cuidados para não magoar determinadas pessoas. Vejo alguns atletas que não têm condições de estar em equipes grandes, e estão. Falo isso para o diretor, mas temos que conviver. Uma vez chamei atenção de jogador experiente na frente do grupo, não era o momento adequado. Vamos melhorando isso.

No Santos e no Atlético-GO, você foi demitido com só uma derrota. Os dirigentes estão sendo muito apressados ou injustos com você?
No Atlético foi porque perdeu o estadual. Sofremos o gol de empate e estava impedido, tivemos um lance legal anulado pelo mesmo bandeira. Perdemos dois jogadores suspensos do primeiro para o segundo jogo, enquanto o Goiás tinha oito pendurados e não perdeu ninguém. Houve chateação por causa do tricampeonato, mas não tinha sentido (a demissão). No Santos, vínhamos de uma viagem, até pensei em colocar time misto. Havia quatro jogadores na Seleção, quatro machucados, mas não esperam. Não sei se para alguns há mais tolerância. Quem tem de responder são eles. Procuro dedicação, seriedade, comprometimento, um bom ambiente. Se tenho defeitos, procuro corrigir.

entrevista Adilson (Foto: Alexandre Lozetti / Globoesporte.com)Coleção de camisas que usou, trocou e ganhou
(Foto: Alexandre Lozetti / Globoesporte.com)

Você se espelha em algum técnico?
Gosto, respeito e considero Felipão, Muricy, Vanderlei, Oswaldo de Oliveira, Abelão, Autuori... Tem uma turma que gosto, pego algumas coisas e trago para mim. Estava vendo a final da Libertadores e minha filha disse: “Pai, os meninos não estão chorando daquele jeito, é a primeira”. E eu respondi que era confiança. O Tite está fazendo um grande trabalho. O time adquiriu maturidade, tem consciência do que está fazendo. Vendo, a gente percebe que precisa fazer algumas coisas diferentes para vencer. Estou buscando esse caminho.

O que exatamente pode ser diferente? Algumas pessoas dizem que você é paranóico por futebol, vive, respira futebol o dia inteiro. Acha que é assim mesmo? É prejudicial?
Talvez quem diga isso tenha razão. Eu morei no CT do São Paulo. Não é que eu queria ser o Telê Santana, que morou também, mas achei que era o momento. Sempre sonhei em trabalhar no clube, pensei em ser extremamente dedicado. Não sei se estou me comprometendo demais com algo que acho importante e deixando de fazer outras. Às vezes eu ficava tão focado no treino, no jogo, na tática, que me esquecia de dar um abraço no jogador, que é necessário, de ter atenção com vocês (jornalistas).

Acha que se tivesse vencido a final da Libertadores com o Cruzeiro, em 2009, hoje teria um tratamento diferente por parte dos outros clubes?
Acho que essas situações não aconteceriam porque eu estaria lá até hoje (risos). Não sei se isso acontece em razão das multas pequenas, contratos. No Brasileiro do ano passado, todo mundo teve dificuldades. O Corinthians, campeão, ficou nove jogos sem vencer. Mas para alguns são só três ou quatro. O que chateia o treinador são rótulos. Eu via o Telê Santana ser chamado de pé-frio, retranqueiro. O profissional sofre.

Que rótulo te machuca? Professor Pardal é um deles?
O Pardal foi uma brincadeira minha mesmo, para que pensassem no que eu fiz. (No Cruzeiro) escalei um volante na zaga contra o Ituiutaba, por causa de cartões, e estávamos ganhando de 4 a 1. Depois, troquei por zagueiro na posição e deu 4 a 4. Chamei para mim a invenção, quis brincar, foi uma ironia. As pessoas têm que enxergar e às vezes é difícil.

Você é um técnico que sempre procura soluções diferentes para seus times, não é?
Por isso meu sonho era ganhar a Libertadores e jogar contra o Barcelona, em 2009. Eu vigio o Barcelona (risos). Alguns iam dizer que inventei, mas eu iria tirar um zagueiro. O Barcelona joga com centroavante? Para quê ter dois beques parados lá atrás? Não era preferível ter mais um volante em cima do Messi? Eu ia fazer isso porque todo jogo eles têm 200% de posse de bola. Assim como eu achava desperdício o Neymar na ponta esquerda, e agora o Mano o escalou por dentro. Eu questiono. Hoje, o camisa 10 não pisa na área. Sou do tempo em que Ademir da Guia, Zito, Roberto Dinamite, Pita, Neto, eram “10” e faziam muitos gols. Hoje, não entra na área e todo mundo elogia. Falo a verdade e não sei se machuca ou incomoda. Se for para jogar assim, disputa posição em outro lugar. Se não entra na área, vai jogar de volante.

O enriquecimento após as três passagens pelo futebol paulista foi extraordinário. Alguns pensam que eu me queimei, mas saí fortalecido. Aprendi com o convívio e vou dar a volta por cima"

Adilson Batista

Mas para fazer tudo isso é preciso conhecer bem o grupo e isso demanda tempo, certo?
Precisamos ter mais paciência. Nós, treinadores, também. Por exemplo, eu acabei prejudicando a carreira de um profissional no Grêmio, o Marcelinho, atacante. Em 2003, estávamos caindo e o time não tinha velocidade no ataque. Vi quatro treinos dos juniores e pedi para subir o menino. Ele ajudou, mas não estava preparado para aquele momento. Depois, no Japão, vi um volante na base, parecia o Falcão. Chamava-se Yamamoto. Elegante, tocava a bola... Coloquei-o em dois jogos do campeonato e o que aconteceu? O menino veio falar comigo e os pais, com a diretoria. Disseram que ele precisava amadurecer, crescer, valorizar mais dois anos nos juniores como capitão, terminar a faculdade e depois subir. A carapuça serviu. Isso foi um aprendizado valioso.

Talvez você também não estivesse preparado no Grêmio, em 2003.
Eu tinha de 35 para 36 anos. Confesso que fui como um gremista que queria tirar o time daquela situação. Outro dia encontrei o Roger (ex-lateral-esquerdo do Grêmio) e pedi desculpas a ele. Em 2003, recolhi os celulares dos jogadores. Queria todo mundo comprometido para não cair, mas eles tinham três, quatro telefones. Como se adiantasse alguma coisa. Ainda mais o Roger, um jogador tão profissional. Nunca mais faço isso. Pedi desculpas. Hoje sou outro. O enriquecimento após essas três passagens por São Paulo foi extraordinário. Alguns pensam que me queimei, mas saí fortalecido e vou dar a volta por cima. Gosto tanto de trabalhar que o homem lá de cima está me desafiando a continuar na luta.

Outro rótulo que lhe deram é de ser desconfiado, sempre achar que alguém quer lhe prejudicar. Procede?
Nunca fui, isso é mentira. Não vejo fantasma, não vejo novela, não gosto de história. Deito e durmo. Nunca tive sombra. Às vezes têm dois ou três caras (dirigentes) na preleção e passa batido, porque estou tão concentrado, interagindo com os jogadores. Não me preocupo com isso, com torcida, nada.

Quando você saiu do Corinthians, disseram que os jogadores haviam participado de sua queda.
Não tem nada a ver. É tudo fofoca. Perdemos gols, pênaltis, jogadores importantes... O Jorge Henrique se machucou e voltou depois que eu saí, antes do tempo previsto. Isso é mérito da fisioterapia. É muita invenção, plantam algumas coisas e nunca vi nada disso. Meu relacionamento era bom. No Cruzeiro, eu jogava bola na sexta-feira com os funcionários, sábado na pelada do Maluf, fazíamos churrasco. No São Paulo e no Corinthians não deu tempo. Fiquei quatro semanas na Fazendinha.

Nem chegou a pegar essa estrutura do Corinthians, com CT pronto, não é?
Nada. O Corinthians vai ganhar mais cinco Libertadores, vai disparar. Tem dinheiro, poder de concentração, manutenção, tranquilidade, o seu Mário é um cara sério. O caminho é ganhar.

E o que mais tem feito durante esse período sem trabalhar?
Estou sempre aprendendo. O Ricardo Drubscky (auxiliar-técnico do Atlético-PR) veio aqui em casa em dois finais de semana. Discutimos um monte de treinamentos, o que precisamos melhorar, carga de treinos. Estou sempre indo atrás. Quero aprender linhas de trabalho, estou sempre fuçando o Bielsa (neste momento mostra um DVD do Athletic Bilbao, atual equipe do técnico argentino). Recentemente fui para Argentina e Paraguai, e vi cinco jogos. Precisamos ter olheiros nesses países e aproveitar o custo-benefício. Esse Martínez, que o Corinthians contratou, eu já havia indicado para o Cruzeiro. É um baita jogador. O Brasil precisa melhorar em compactação, velocidade, recomposição, disciplina.

O que pode melhorar em treinos, por exemplo?
Quem comanda o futebol deveria pensar um pouquinho mais. Ainda temos 23 datas de estaduais para jogar no lixo. Não levam a nada, só servem para um tirar sarro do outro. Aí você tem 74 jogos no ano e faz dois coletivos durante a semana? O coletivo é um jogo, se reclamamos do excesso, não entramos em contradição matando os caras?

Tem previsão para voltar a trabalhar? Tem algum plano para o futuro?
Eu gosto e quero trabalhar logo. Gostaria de sair, trabalhar no exterior, tive oportunidades, mas por questão de valores acabei não fechando. Está sendo um tempo para me aprimorar, ir atrás de outras coisas. Temos que analisar bem.

Foi essa análise que o levou a não acertar com o Figueirense?
Os diretores apresentaram um projeto e eu apresentei aquilo que considerava essencial para reverter a situação, mas infelizmente não houve um acerto. Antes de assumir um desafio, você faz um diagnóstico, apresenta suas ideias e precisa de respaldo para aplicá-las. Tenho enorme respeito pelo Figueirense e sua torcida, mas achei que, dentro das condições propostas, não era hora de assumir. Desejo sorte ao Hélio (dos Anjos, contratado pelo clube catarinense) e torço para que o time se recupere.

Você faz algum plano para um prazo mais longo?
Sim. Ser técnico até os 60 anos, depois vou ser diretor de futebol. Vou fazer esse elo entre o treinador, a presidência, o conselho. A sintonia entre diretor e técnico tem que ser quase um casamento para eliminar alguns desgastes de vestiário, com imprensa... Eu quero fazer isso.

entrevista Adilson (Foto: Alexandre Lozetti / Globoesporte.com)Adilson e os livros que tem estudado para evoluir no relacionamento com as pessoas: apostila fala em auto-estima, psicologia e capacidade de exercer liderança (Foto: Alexandre Lozetti / Globoesporte.com)


 



Irregular, Atlético-PR ocupa 'zona do agrião' e tenta nova série de vitórias

Nunes chuta para fazer o gol do Avaí (Foto: divulgação Avaí FC)Atlético-PR na zona do agrião: a oito pontos do
G-4 e a sete do Z-4 (Foto: divulgação Avaí FC)

O Atlético-PR tem uma meta definida desde o fim do ano passado: terminar entre os quatro primeiros da Série B e, com isso, retornar à elite nacional. Na prática, porém, o time ainda procura um rumo na competição. Após vencer dois dos três primeiros jogos e dar a impressão de que conquistaria o acesso sem muitas dificuldades, o Furacão começou a patinar. Ele ficou cinco partidas sem vencer e entrou na zona de rebaixamento. Depois, já com o técnico Jorginho, o Rubro-Negro venceu três seguidas, subiu e colou no G-4.

As derrotas para Vitória e Guarani, porém, recolocaram o clube na "zona do agrião", grupo dos times sem um rumo definido. O Atlético-PR soma 17 pontos e ocupa o nono lugar. Ele está oito pontos atrás do G-4 (o São Caetano, o quarto colocado, tem 25) e sete pontos à frente do Z-4 (o ASA, o 16° lugar, soma 10). Para voltar ao grupo de acesso, o Furacão tenta nova sequência de vitórias. Nas próximas rodadas, ele encara Guaratinguetá (fora), São Caetano (como mandante) e América-RN (fora).

- Tudo que o Atlético e sua direção podem fazer, estão sendo feitos. Nós conseguimos alguns bons resultados e agora estamos lutando para vencermos em jogos maravilhosos - afirma o técnico Jorginho em entrevista coletiva.

O jogo contra o Guará é um jogo-chave para engrenarmos de vez no campeonato"

Derley, volante

O duelo do Atlético-PR com o Guaratinguetá, pela 14ª rodada da Série B, está marcado para 21h50m (horário de Brasíla) de terça-feira, no Estádio Dario Leite. O adversário soma nove pontos e ocupa a 18ª posição, na zona de rebaixamento. O volante Derley, titular nas derrotas para Vitória e Guarani, cobra responsabilidade e fala da importância do próximo desafio:

- Temos que ter mais responsabilidade e superar nossos limites para entrarmos no G-4. Tem que ter o algo a mais. O jogo contra o Guaratinguetá é um jogo chave para engrenarmos de vez no campeonato. Subir não é fácil, mas vamos conseguir - fala o jogador de 25 anos, também em entrevista coletiva.



Jorginho cita 'erro infantil' e comenta: 'Não podemos depender dos jovens'

O técnico Jorginho, do Atlético-PR, criticou o time atleticano, principalmente pelo segundo gol do Guarani na derrota rubro-negra por 2 a 1, neste sábado, no Estádio Brinco de Ouro da Princesa, pela Série B do Campeonato Brasileiro (veja os gols no vídeo ao lado). O comandante do Furacão fala em "erro infancil" no lance. Aos 38 minutos do segundo tempo, o volante Fábio Bahia cruzou, e o meia Renato - completamente livre - tocou no canto do goleiro Weverton.

- Nós tomamos o segundo gol de forma infantil, uma bobeira. Nós sabemos que não podemos errar, mas acabou acontecendo. Eu fico triste pelo nosso torcedor, que não merece alguns resultados da nossa equipe - afirmou o treinador à Rádio Banda B.

Com o resultado, o Atlético-PR fica no nono lugar, com 17 pontos - oito atrás do grupo de acesso à elite nacional. O treinador comenta também sobre o desempenho do camisa 10 Harrison, autor do gol atleticano. Ele afirma ainda que o time não pode depender de jovens:

- O Harrison não evoluiu o bastante. Se dependermos de jogadores de 20 anos para decidir as partidas, estamos perdidos - completa à Rádio Banda B.

Técnico Jorginho, do Atlético-PR, no jogo contra o América-MG (Foto: Gustavo Oliveira/Site Oficial do Atlético-PR)Técnico Jorginho critica "erro bobo" (Foto: Gustavo Oliveira/Site Oficial do Atlético-PR)

O próximo compromisso do Atlético-PR, também fora de casa, é contra o Guaratinguetá. O duelo está marcado para 21h50m (horário de Brasíla) de terça-feira, no Estádio Dario Leite, pela Série B.



Confira os resultados deste sábado das séries A, B, C e D e de estaduais

28/07/2012 23h12 - Atualizado em 28/07/2012 23h12

Por GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro

  • imprimir
  • entre em contato

Seu voto foi efetuado com sucesso

Seja o primeiro a comentar




Elias, ex-Atlético-GO, é o novo reforço do Atlético-PR

LANCEPRESS!
Publicada em 28/07/2012 às 15:56
Curitiba (PR)

O Atlético-PR anunciou neste sábado o seu 14º reforço para a disputa da Série B do Campeonato Brasileiro. Trata-se do meia Elias, que estava disputando a Série A com o Atlético-GO. O jogador assinou contrato até o fim de 2014 e espera ser regularizado para poder jogar pelo seu novo clube.

A negociação já vinha acontecendo há algumas semanas. De acordo com fontes ligadas à diretoria do Furacão, entre o clube e o atleta já estava tudo acertado. O único impecilho era o Atlético-GO, que só queria liberar o jogador se a equipe paranaense assumisse dívidas do contrato.

Aos 28 anos, Elias demonstrou felicidade por chegar ao Atlético e explicou o motivo para optar por jogar a Segunda Divisão do Brasileiro.

- É um clube grande que já foi campeão nacional e agora está passando por um momento difícil. Quero ajudar o clube nesta caminhada de volta à elite do Campeonato Brasileiro, pois é o lugar do Atlético. Eu venho com muita vontade de jogar e ser vitorioso - disse.

FICHA TÉCNICA

Nome: Elias Ribeiro de Oliveira
Idade: 28 anos (2/9/1983)
Altura:
1,81m
Naturalidade: Santa Rita do Sapucaí (MG),
Clubes: São Paulo, Bahia, Vasco, Fluminense, Atlético Goianiense, Al Ain (Emirados Árabes) e Figueirense.



Neto Baiano marca em despedida e Vitória triunfa

LANCEPRESS!
Publicada em 28/07/2012 às 18:25
Salvador (BA)

Uma despedida em grande estilo. O atacante Neto Baiano fez neste sábado, diante do CRB, no Barradão, o seu último jogo com a camisa do Vitória e não decepcionou. Já negociado com o Kashiwa Reysol (JAP), o artilheiro do Brasil na temporada marcou o seu 38º gol no ano e ajudou a equipe baiana a derrotar o rival, por 1 a 0, em duelo válido pela 13ª rodada da Série B.

O Barradão recebeu um grande público total: 34.986 torcedores. Com o triunfo, o Vitória foi a 31 pontos e se mantém na cola do Criciúma, o líder da Segundona, com 32. Já o CRB segue com 17 e na décima posição.

NETO SE MANTERÁ NA ARTILHARIA DA TEMPORADA?

Como não atuará mais no país nesta temporada, Neto Baiano deixou o caminho aberto para quem tem o objetivo de ser o goleador do Brasil em 2012. Lúcio Maranhão, do ASA, soma 31 gols, enquanto Zé Carlos e Neymar, de Criciúma e Santos, respectivamente, têm 30, e são os principais candidato ao posto que ainda é do agora jogador, ex-Vitória.

O JOGO

A despedida de Neto Baiano motivou os seus agora ex-companheiros, que tentaram presentear o artilheiro com um gol desde o apito inicial. A pressão do Rubro-Negro Baiano foi muito grande nos primeiros minutos e o gol só não saiu com Marquinhos, aos 11, pois o goleiro Cristiano impediu. Muito disposto, Neto fez o que pôde para vencer o camisa 1 da CRB na primeira etapa, mas não teve sucesso.

A equipe alagoana, após superar o bom início do Vitória, levou perigo ao gol do estreante Deola e teve grande chance de marcar aos 15, quando Dener salvou a finalização de Preto em cima da linha.

A etapa final não foi diferente. Superior, apesar de o CRB não ter abdicado de atacar, o Vitória dominou as ações, mas não tinha facilidade quando o assunto era vencer o goleiro Cristiano e a forte marcação da equipe alagoana. Aos 19, Marquinhos tentou encobrir o camisa 1 do CBR, mas Cristiano espalmou a bola e Neto Baiano, que esperava o rebote, ficou na saudade.

Quando a tendência era por uma despedida sem um golzinho sequer de Neto Baiano e por um empate no Barradão, o camisa 9 recebeu lançamento de Victor Ramos e finalmente venceu Cristiano, aos 39. Festa no Barradão.

Na próxima terça-feira, o Vitória visita o São Caetano, às 21h50, no Anacleto Campanella, em duelo da 14ª rodada. Já o CRB recebe o Ipatinga, no mesmo dia e horário, no Rei Pelé.

GUARANI 2 X 1 ATLÉTICO-PR

De virada, o Guarani derrotou o Atlético-PR, por 2 a 1, diante dos seus torcedores, no Brinco de Ouro da Princesa. Harisson, aos três do segundo tempo, fez Furacão 1 a 0. Ademir Sopa, aos 26, e Renato Ribeiro, aos 41, garantiram o triunfo do Bugre. Com o resultado, o Guarani foi a 15 pontos e se manteve na 15ª posição. Já a equipe paranaense se manteve com 17 e em nono.

O Guarani visita o líder Criciúma, às 19h30, no Heriberto Hülse, na próxima terça. Já o Atlético-PR visita o Guaratinguetá, no mesmo dia, mas às 21h50, no Dário Leite.

PARANÁ 1 X 0 CEARÁ

Atuando no Durival de Britto, o Paraná faz o dever de casa e superou o Ceará, por 1 a 0. Com o triunfo, os comandados de Ricardinho foram a 21 pontos. Fernandinho marcou o gol do Tricolor paranaense, aos 29 minutos de jogo.

Na próxima terça, o Paraná receberá o Avaí, às 19h30, novamente no Durival Britto. O Ceará, por sua vez, recebe o Boa, no mesmo dia e horário, no Presidente Vargas.

ABC 3 X 0 GUARATINGUETÁ

O ABC conquistou um importante resultado diante da sua torcida ao vencer o Guaratinguetá por 3 a 0, no Frasqueirão, com gols de Éderson e Raul, aos 26 e 36 minutos do primeiro tempo, respectivamente, e Raul, aos 44 da etapa final. Com o resultado, a equipe potiguar foi a 16 pontos e se afastou da zona do rebaixamento. A equipe paulista segue em 18º, com apenas nove.

O ABC volta a atuar pela Série B na próxima terça, quando visitará o Goiás, às 19h30, no Serra Dourada. Já o Guaratinguetá recebe o Atlético-PR, no mesmo dia, mas às 21h50, no Dário Leite.